Textos

 

SOBRE A FELICIDADE

Dentro do contexto em que vivemos a satisfação e a alegria são protagonistas de inúmeras situações em nossas vidas. Quando percebemos a importância do papel de cada uma delas movimentamo-nos muito mais rapidamente para aquilo que pretendemos atingir na vida com mais energia, espontaneidade e criatividade.

A satisfação e alegria vêm permeadas de uma capacidade ou habilidade somadas a uma boa dose de desafio. A satisfação emerge daquilo que é mais importante na vida da pessoa, está associado a algo que depende dela, da aprendizagem e aprimoramento que fez. Melhorar as habilidades e propor-se a desafios para retirar alegria e satisfação dessas mesmas habilidades é um fator primordial para ter uma vida mais agradável e realizada.

Assim como acontece em qualquer investimento financeiro onde o cuidado é fundamental, devemos procurar aumentar o nosso capital e reserva psicológica com o objetivo de podermos retirar satisfação e alegria desse investimento. Quanto mais investir maior será a possibilidade de retorno. Aqui o retorno será em alegria, satisfação, contentamento, gratificação e realização pessoal.

E como seria sua vida se ela fosse feita de prazeres fáceis nunca exigindo nada de você, sem desafios? Talvez a resposta fosse “uma maravilha” ou “era tudo que eu queria!”. Com certeza seria muito bom e facilitaria muito a sua vida. Mas a satisfação e a alegria exigem que se invista um pouco mais. Fique alerta de si mesmo e procure um equilíbrio entre a forma de aproveitar a vida proporcionada pelo consumo imediato nas suas mais diversas formas,  e aquela que apela à construção de uma realização pessoal onde emerge a alegria e a gratificação. Importante: Aprenda a colocar alegria nas coisas que gosta de fazer e que dependem de si para o aumento das sensações agradáveis que retira da pratica dessa atividade.

“Felizes para sempre!” Quem já escutou esta frase?

Como posso ser feliz? Esta é uma pergunta que nos fazemos inúmeras vezes em nossas vidas. E com certeza, todos querem uma resposta, se possível fácil e duradoura. A forma como processamos a informação como a relacionamos com a noção que temos de nós mesmos e as decisões que tomamos tendo por base as estratégias de controle do pensamento que utilizamos jogam um papel importante no caminho para a construção do sentimento de felicidade.

Todos querem sentir algo em face de qualquer coisa, a todo o tempo e em qualquer circunstancia. O corpo é um universo que se traduz em sensação e emoção onde o ato final de qualquer pensamento é sentir uma emoção, traduzida num sentimento. É assim que o cérebro registra o que queremos, assim como aquilo que não gostamos e que pode ser ameaçador ou prejudicial à vida. Muito do nosso comportamento é automático, fora da consciência. Vivemos padrões conhecidos e repetitivos, podendo estes ser benéficos ou não para a nossa qualidade de vida. Estas tendências condicionadas são profundas, verdadeiras conservas culturais e se o nosso desejo mais profundo é ser feliz, o primeiro passo é ganhar a consciência e busca-las através da espontaneidade e criatividade.

“O que eu quero da vida?”

Ter consciência acerca das experiencias da nossa vida abre-nos a possibilidade para a mudança. Quando verificamos que um hábito está começando a se cristalizar, temos a oportunidade da transformação, da mudança e de livrar-se das conservas culturais.

Quando a conscientização entra em cena, nem sempre podemos gostar do que sentimos. Minimizando as resistências, a felicidade tem um espaço acolhedor e fértil para crescer. O ato de conhecer e aceitar como somos facilita a resposta do “o que eu quero da vida” e leva a um crescimento pessoal.

O momento é agora! É ação…

Alguns pensamentos em momentos fugazes insistem em nos mostrar o passado e o futuro. E nessa mistura de ideias muitas vezes a felicidade e medo se confundem. Em certas ocasiões diante de um projeto de vida, por exemplo, preocupamo-nos, analisamos, estudamos obsessivamente, julgamos, duvidamos de nós próprios e o deixamos para outra oportunidade.A falta de confiança muitas vezes nos empurra para o medo. Isto não significa se precipitar desenfreadamente em planos mal elaborados, incertos e com grande margem de não dar certo só para se mostrar audacioso e confiante.

A vida é incrivelmente rica.  É preciso uma revolução interna. Faça um compromisso de ser consciente na sua vida. Olhe para dentro de si para ficar consciente dos padrões que perturbam o seu bem estar e abandoná-los, e assim viver no presente, ser acordado para a vida como ela é na verdade. Deixe de lado o espírito crítico-depreciativo. A felicidade é aqui mesmo, agora, neste exato momento. Basta reconhecer isso…

“O homem não espontâneo, adoece!” (Moreno)


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FRUSTRAÇÃO

Você já se frustrou alguma vez? Responder esta pergunta não nos parece ser tão difícil.Todos nós em algum momento da vida sofremos algum tipo de frustração. Somos invadidos por um sentimento que se desenvolve quando nos vemos privados de uma satisfação que nos parece ser legitima ou verdadeira, mesmo que às vezes não tenhamos razão.

Quem deseja ser sempre obedecido incondicionalmente, com certeza terá oportunidade de se frustrar. da mesma forma, quem deseja ser sempre compreendido, amado, aplaudido, respeitado por todos, pode estar ampliando as possibilidades de se magoar.

A falta de reciprocidade é uma das principais fontes de frustração. Cada um espera que o outro faça a sua parte e isso na maioria das vezes não acontece. Se eu for educado no trânsito é porque tenho a expectativa que o outro também seja…

As pequenas frustrações cotidianas, de modo geral, são contornadas. Entender que nem todos nossos desejos podem ser satisfeitos é o primeiro passo para lidarmos com o sentimento de frustração. Ter a consciência que tudo na vida tem o momento certo para acontecer também é fundamental. Irritar-se e magoar-se com as pessoas faz parte de nossas vidas. E quanto mais próximas de nós estas pessoas, o nível de exigência será maior. Exigimos que concordem com nossos princípios e pensamentos, ou quando não, estão errados.

Para aceitarmos o outro como ele é sem que isso nos magoe, nos frustre ou irrite, precisamos modificar algumas coisas em nosso interior. Ficar atento ao orgulho, a vaidade, a presunção e a vontade de “ter o controle” o tempo todo. Há pessoas que não reconhecem estes sentimentos da alma humana (quem não os têm?) alegando o risco de anularem a sua personalidade e se tornarem fracos, como costumam dizer. Podemos afirmar que não se anula personalidade alguma, pelo contrário, com estas mudanças constrói-se uma personalidade forte e imune as falhas da natureza humana.

Todos nós temos a capacidade de mudar as nossas atitudes e posturas diante da vida e assim transformar a nossa realidade. É pretensão de nossa parte querer mudar o outro. Ele só irá mudar se este for o seu desejo. Quando magoado por outra pessoa ou pelas circunstâncias da vida, o que se deve pleitear é uma mudança em si própria para que não mais se magoe ou frustre. daí a importância da psicoterapia. Mesmo sendo intenção dos outros em nos magoar, humilhar, frustrar ou irritar, se estivermos bem conosco mesmo, jamais nos deixaremos abater por tais sentimentos. A fragilidade afetiva favorece nossa vulnerabilidade as más intenções de nossos semelhantes.

Libertar-se da frustração exige uma atitude de nossa parte. Devemos ter a tranquilidade, a serenidade ao nosso lado para escolher o que é melhor para nós.

 

 

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MEDO

Mas, o que acontece comigo? Não tenho forças para nada, ando meio desligado, desanimado e não tenho dormido bem à noite. Sou uma esquálida figura a vagar pelos corredores da casa que às vezes dorme assim meio sem dormir, com um olho aberto, sono fragmentado, retalhado e interrompido. Sinto minha cabeça girar e cheia de coisas indecifráveis, perturbada por uma sequencia louca de histórias do passado e sonhos de futuro que mudam de cena o tempo todo como num velho filme de ação. E somado a isto, meu estomago dói, não sinto fome e tenho fortes dores no pescoço. E tudo isso por quê?

Porque estou diante de mudanças em minha vida. Vou mudar. Mudar de emprego, de cidade, de contexto. Vou deixar para trás minha vida tão protegida, segura e conhecida e partir para projetos novos. É o medo do desconhecido que se apresenta e tenho receio do que me espera.

O medo nos assusta muito mais quando se apresenta difuso, disperso, indefinido, desvinculado, sem compromisso e sem motivo aparente.  Não são os medos previsíveis, reais e sim os medos possíveis que nos levam a perder a noção de realidade, que nos imobilizam e dificultam a nossa vida. Este medo traiçoeiro surge do nada, como um convidado indesejável ou uma pessoa de difícil trato. Podem escorrer de qualquer fresta ou canto de nossas casas. Das ruas escuras ou iluminadas e das telas de cinema sujeitas a expectadores franco-atiradores dispostos à violência. O sociólogo Zygmunt Bauman afirma que: As oportunidades de se deparar com o medo estão entre as poucas coisas que não se encontram em falta nesta nossa época, altamente carente em matéria de certeza, segurança e proteção. Os medos são muitos e variados. Pessoas de diferentes categorias sociais, etárias e de gênero são atormentadas por seus próprios medos; há também aqueles que todos nós compartilhamos, seja qual for a parte do planeta em que possamos ter nascido ou que tenhamos escolhido para viver.

Hoje o medo está presente o tempo todo em nossas vidas. Acordamos e vamos dormir com ele após assistir o jornal da noite da televisão. E até parece que temos medo de tudo. Desde o aquecimento global, passando pelo perigo dos alimentos trans até falar com estranhos. De ser assaltados, de perder o emprego e acredite, até de ser feliz.

Kant afirmava que “o mal era um espaço obscuro, desconhecido, que se esquiva á investigação e resiste à articulação discursiva. O medo e o mal caminham juntos, lado a lado. Não se pode encontrar um deles separado do outro. Um deles se refere ao que se vê e ouve e o outro ao que sente”.

O que será que assusta mais diante de uma situação que exige mudanças: o medo de mudar ou o de “se acomodar”? Por que será que vacilamos em mudar mesmo quando tudo está errado? Trocar uma situação conhecida e segura por uma desconhecida e insegura não é nada fácil. Daí surge o medo.

O medo da vida com suas inseguranças nos leva muitas vezes a recuar diante do viver intensamente ou desfrutar das oportunidades e situações que se apresentam. Todos temos a consciência que a insegurança faz parte de nosso cotidiano. Diante disso precisamos aprender a diferenciar o tipo de medo que nos coloca em vigilância e prudencia de comportamento, do outro, que nos imobiliza, nos aprisiona e nos dá uma sensação de proteção, mas ao mesmo tempo de frustração por não nos permitir participar e experimentar ativamente de algo que nos faz bem.

Você tem medo do quê?

Acredito que você tenha seus medos, assim como eu, assim como todos nós. Mas, para todos eles só existe uma saída: enfrentar e aprender que o mais importante não é deixar de ter medo, mas sim seguir em frente, apesar deles. É correr riscos diante do fracasso possível e das incertezas.

 

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CONFIANÇA

Você confia em si mesmo? Autoconfiança? Acreditar em si? Já aconteceu você deixar passar uma boa oportunidade em sua vida, seja ela no campo profissional ou pessoal, simplesmente por não confiar em si?

A idéia básica é que ninguém consegue transmitir confiança se não confia em si mesmo, seja na relação afetiva, pessoal ou profissional. Como transmitir confiança as pessoas com os fantasmas gerados pela insegurança assombrando o tempo todo?

A insegurança pode trazer o medo. Medo de amar, da solidão, de cometer erros, de assumir compromissos, de responsabilidades, entre tantos. O ser inseguro não confia em seu valor pessoal, em suas habilidades, na sua capacidade de trabalho, o que o leva a se apoiar nos outros. Por não confiar em si, desenvolve a dependência na família, nos filhos, nos amigos e nos colegas de trabalho. Triste dependência. Em vez de se unir pelo amor, coragem e determinação, o faz pela insegurança, o que o faz controlar as atitudes e até os sentimentos do outros. Controla e vigia em razão das duvidas que tenha sobre si mesmo, criando exigências, conflitos e dificuldades em seu relacionamento. É como se quisesse uma certeza daquilo que não encontra dentro de si.

E quais as consequências da falta da autoconfiança?

Manifestam-se com fortes sentimentos de incapacidade, dúvidas e insegurança. Quando questionado, perguntado ou levado a se manifestar, não defende as suas opiniões mesmo sendo boas. Simplesmente “não briga” pelas suas idéias e opiniões. Deixa-se levar sempre pelo outro. E quer o controle sobre a situação sendo excessivamente cauteloso e vigilante.

Quem não confia em si sente dificuldades para enfrentar desafios e a cada fracasso, que geralmente acontece, confirma uma sensação de incompetência, trazendo sofrimento. São pessoas indecisas que não sabem lidar quando estão sob pressão. A insegurança pode chegar num ponto tal que a pessoa na ânsia de ser aceita ou amada, transforma a necessidade natural em patológica, marcada pelos traços da possessividade.

Como confiar no outro se não confia em si mesmo? Você confia em quem não conhece? Você se conhece? Autoconhecimento é ter consciência de seu real valor.

Aprende-se a ter autoconfiança. A percepção emocional nos leva a reconhecer as próprias emoções. As pessoas reconhecem as emoções que estão sentindo e por quê. Conseguem relacionar os seus sentimentos com o que pensam, fazem e dizem. E reconhecem como estes sentimentos afetam o seu desempenho. É claro que é preciso fazer uma auto- avaliação, ou seja, reconhecer os próprios recursos, capacidades e limitações. São pessoas conscientes de seus pontos fracos, capazes de reflexão, aprendendo com sua experiência todos os erros e acertos, sem culpas e sempre dispostos às novidades e mudanças.

Mas é preciso ficar atento entre demonstrar que confia em si e realmente confiar. O excesso pode ser um problema, pois pode gerar imprudência e parecer arrogância. Sentimentos de inferioridade e insegurança podem surgir e estar mascarados sob o manto da autoridade ou de uma atividade intelectual, por exemplo, como estratégia emocional para ocultar o que realmente se sente.

Autoconfiança é autoestima. É estar seguro nas decisões e ações. É acreditar em sua capacidade, valores e objetivos. É ter consciência de seus valores e só quando temos essa consciência é que podemos confiar naquilo que somos capazes. Mas para sabermos do que somos capazes é essencial o autoconhecimento.

 

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ANSIEDADE

A ansiedade é um estado emocional, sentido como antecipação de problemas, quase que um medo ou apreensão em relação ao futuro. As manifestações objetivas da ansiedade não são específicas, e existem sintomas somáticos e psíquicos indicativos da ansiedade.

Diante de uma situação difícil, quem não fica ansioso? A ansiedade muitas vezes nos invade provocando irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, perturbação do sono, inquietação, entre outras.

Um estado ansioso pode ser normal ou patológico. Não existe inconveniente algum em planejar o futuro. Refletir e buscar soluções para as inúmeras dificuldades que surgem no cotidiano pode ser produtivo para o nosso desempenho. Ou seja, a ansiedade é um estado normal e é até necessária para a boa adaptação do indivíduo.

Entretanto, a ansiedade passa a ser considerado um transtorno quando o indivíduo a experimenta de maneira desproporcional, relacionada a preocupações excessivas e não realistas, em situações que a maioria das outras pessoas enfrentaria com pouca dificuldade.

De acordo com o DSM IV, Transtorno de Ansiedade Generalizada é caracterizado por uma ansiedade persistente e generalizada, que não ocorre exclusivamente numa determinada situação. Nesse caso, os sintomas chave são o medo e uma preocupação exagerada, desproporcional e difusa com em relação ao futuro, que acomete essas pessoas o tempo todo, gerando mal estar físico e psíquico.

 

 

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ESTRESSE

O estresse é uma resposta fisiológica e psicológica aos acontecimentos que perturbam o nosso equilíbrio pessoal, de alguma forma. Quando confrontados com uma ameaça, quer para a nossa segurança física ou o nosso equilíbrio emocional, as defesas do organismo entram em alta velocidade em uma resposta rápida e automática, um processo conhecido como a resposta de “luta ou fuga”. Todos nós sabemos o que é isso: todos os sentidos se colocam em alerta, os músculos ficam tensos, a respiração ofegante e o coração disparam. A resposta biológica tem como objetivo proteger e apoiar-nos.

Viver é estar sob estresse. Ser humano é experimentar mudanças, triunfos, amor, raiva, perdas, prazer, fracassos, dor, alegria, medo. O termo estresse aplica-se a qualquer estímulo ou mudança no meio externo ou interno gerador de tensão, que ameaça a integridade sócio-psicossomática da pessoa, seja diretamente, por suas propriedades físico-químicas, biológicas ou psicossociais, seja indiretamente, devido a seu significado simbólico. O estresse não é um aspecto novo da vida. É o produto da interação entre um indivíduo e o meio em que vive. O homem moderno parece viver de modo a facilitar a criação de um ambiente estressante. As tensões da vida de hoje refletem sua dificuldade de adaptar-se com rapidez suficiente às novas mudanças que ele mesmo está provocando em seu meio ambiente e na sua maneira de viver.

 

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AUTOESTIMA

É o conceito que fazemos de nós mesmos. Daí a sua importância em nossa vida.

Pessoas com auto-estima elevada são orientadas para a realidade e para a avaliação adequada de suas qualidades e defeitos, sem subestimar ou superestimar a própria capacidade. A auto-estima está na capacidade de lidar com os desafios da vida e no direito de ser feliz na defesa dos interesses pessoais e suas necessidades.

O apreço, a segurança, o apoio e o incentivo dos pais e educadores são indispensáveis para a elaboração da autoimagem positiva e saudável. É uma experiencia íntima, um sentimento de crescimento pessoal, uma consciência que se autoafirma e um conceito otimista que se elabora a respeito de si mesmo, fundamentado em preceitos éticos, na integridade de caráter e no respeito a si mesmo.

O ser capaz( ter a capacidade) e o valor( de que se possui qualidades com potencial para aperfeiçoar-se cada vez mais) são sentimentos que contribuem para a auto-estima.

A auto-estima não valoriza o egoísmo, com o sentimento de atitudes de excessivo apego aos seus próprios interesses. Ela pode ser vista como um mecanismo natural e necessário de autopreservação e defesa do próprio organismo e da consciencial que o habita. Torna os seres humanos melhores e mais conscientes em relação à vida. Quem tem auto-estima elevada não vê a natureza, o seu semelhante com indiferença e como uma ameaça. Pelo contrário, se traduz em confiança e determinação.

“Eu não me gosto!” é uma expressão que muitas vezes é pronunciada no inicio de um processo de psicoterapia. No consultório se escuta: ” Não sirvo prá nada!”. A baixa auto-estima leva a pessoa a se sentir inadequada e desajustada na vida. e se apresenta na maioria dos quadros psicopatológicos, que pode ir desde a ansiedade à depressão, do abuso de substâncias passando pelas mais diversas formas de sentimentos, de incapacidade, ineficácia, isolamento social e afetivo, e por aí vai…

A psicoterapia contribui para que valores, emoções, sentimentos e comportamentos sejam reavaliados. A promoção da espontaneidade e criatividade vem para promover a transformação e a modificação da visão que a pessoa tem a seu respeito, da vida e do seu futuro.

A real autoestima não é obtida à custa dos outros e nem se sentindo melhor do que os demais. Ela é o retrato da pessoa que está  desprovida de conflitos consigo mesma e principalmente com os outros.

É importante para manter a autoestima:

  • Procurar se conhecer cada vez mais. Desenvolver o autoconhecimento.
  • Ficar atento e reconhecer as qualidades assim como os defeitos.
  • “Você é uma pessoa especial e única”. Se “gostar”.
  • Aprender com as vitórias e derrotas.
  • Cuidar de si mesmo. Sua saúde, seu corpo e sua imagem.
  • Escutar os outros.
  • Valorizar a sua família.
  • Cultivar as amizades.
  • Paz interior

Auto-estima forma a base sólida de nossa capacidade de reagir ativa e positivamente às oportunidades da vida, seja no trabalho, no lazer ou no amor.


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